Já lá vão 16 anos que fiz este trabalho, não com a qualidade desejada e rejeitado na extinta revista "A Bola Magazine", onde, na altura, cheguei a colaborar com algumas tiras. Um velhinho documento dedicado a todos os portistas, mais uma vez, campeões nacionais, fresquinhos e sem espinhas. Como? Não, não sou simpatizante dos azuis e brancos...
Aqui, há uma linha que separa o teu mundo, do meu imaginário. Aqui não há protagonistas, há protagonizados. Aqui não há espaço para políticos e suas políticas, há Pessoas que são parte do meu espaço... E quem sabe, não serás tu, seja lá quem fores, o próximo contemplado... Pedro Manaças
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Iggy Pop
J |
ames Osterberg nasceu em 1947. Iniciou a sua carreira musical como baterista nos “Iguanas” e mais tarde como vocalista dos “The Stooges”, num estilo semelhante aos “The Doors” e onde não conseguiram mais do que dois álbuns. Quando Iggy foi internado devido ao vício da heroína, em 1970, David Bowie ajudou-o na recuperação da sua carreira. Bowie produziu os dois primeiros álbuns de Iggy, “The Idiot” e “Lust For Life”. Após a sua autobiografia, em 1982, foi lançado “zombie Birdhouse”, mas somente em 1983, com o lançamento da música “China Girl”, escrito por Bowie e Iggy, este conseguiu mais alguma estabilidade e nasceu o álbum “Blah Blah Blah”. Pop entrou em 3 papéis cinematográficos: “Sid and Nancy”, “The Color of Money” e “Cry-Baby”. Casou-se em 1984 e, lançou “Instinct” e “Brick By Brick”, quatro anos mais tarde.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Billy Idol
W |
illiam Michael Broad nasceu em 1955 em Inglaterra e o seu nome artístico tem como referência a sua rebeldia e indisciplina na adolescência. Chegou a colaborar com os Siouxie and the Banshees e com Robert Smith dos The Cure. Mais tarde formou a sua própria banda, os Generation X em 1976, que durou até meados de 1980. Billy seguiu a sua carreira a solo a partir de 1981 nos Estados Unidos. Foi nesta década que Billy obteve os seus maiores sucessos, com temas tais como “Dancing with myself”, “Eyes without a face”, ou “Sweet Sixteen”. Considerado por muitos um falso Punk, o artista até de bengala, após um grave acidente de mota, subiu aos palcos e chegou aos tops internacionais.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Francisco Lourenço
O despertador toca às 05.25h, Lourenço levanta-se da cama; 05.38h, Lourenço termina os seus cuidados de higiene; 05.46h, Lourenço veste a sua roupa; 05.59h, Lourenço termina o seu pequeno-almoço; até às 06.10h, Lourenço estica as pernas no sofá a ver as notícias de trânsito; pega no carro às 06.12h; chega ao trabalho às 06.25h e pica o cartão... Ou melhor... O dedo às 06.28h e, a partir daí, o trabalho é todo seu.
No dia seguinte: O despertador toca às 05.25h, Lourenço levanta-se da cama; 05.38h, Lour...............
Este trabalho de sensibilização ao problema do absentismo (que serve de carapuça não só aos colegas da GroundForce, nomeadamente a quem está na operação), teve como inspiração o nosso pragmático da assistência na placa, Francisco Lourenço, que, recentemente, foi galardoado com o Prémio de melhor operador de escala do ano 2010, merecido, diga-se... Este cartaz irá estar... Digo eu... Afixado em alguns pontos do edifício 31 e em mais alguns... Não sei...
quinta-feira, 17 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
André villas-Boas vs Jorge Jesus
As constantes picardias labiais entre dois treinadores dos clubes líderes da nossa liga, bem ao modo do bom português... É o que cá temos.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Anabela
Anabela Braz Pires, nasceu em 1976 e cresceu em Almada (Cova da Piedade). Tem desenvolvido a sua carreira num âmbito do teatro musical e, a título de curiosidade, Anabela frequentou a Esc. Sec. António Gedeão, onde tropeçou na minha turma do 9º ano em 1991-1992, se não me falha a memória. Nessa mesma época, homenageámos o nosso Patrono, António Gedeão, com um espectáculo de variedades, uma espécie de café-concerto, onde participaram vários artistas, estudantes da mesma escola (que não eram poucos), com a colaboração de alguns convidados especiais, tais como o cantor lírico Manuel Freire (que, por sinal, faz parte da minha associação de cartoonistas) e o humorista e orador Vítor de Sousa.
Confesso nunca ter sido fã das canções de Anabela, apesar da sua voz incontestável, mas posso realçar a sua maturidade que já apresentava na fase adolescente, o que sementou subsistência na fluidez do seu presente e futuro musical. Espero que assim continue e continuará, com certeza...
terça-feira, 1 de março de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)







